Em janeiro de 2026, a Dinamarca enviou soldados para a Groenlândia com planos de contingência para explodir pistas de aeroportos cruciais, em meio a preocupações de que o presidente dos EUA, Donald Trump, pudesse tentar assumir o controle do território ártico, segundo a emissora pública dinamarquesa DR.
A reportagem da DR, baseada em fontes do governo dinamarquês, das forças armadas e de nações aliadas europeias, também revelou que suprimentos médicos, incluindo sangue, foram estocados em antecipação a um possível conflito armado. O Financial Times corroborou a matéria posteriormente por meio de dois funcionários europeus.
Um oficial militar dinamarquês de alta patente, que preferiu não ser identificado, confirmou à BBC que a operação foi mantida em sigilo absoluto, com apenas um pequeno círculo de autoridades ciente dos detalhes por razões de segurança.
Trump expressou publicamente sua intenção de comprar (ou anexar) o território semiautônomo dinamarquês durante seu mandato, uma exigência que tanto o governo da Groenlândia quanto a Dinamarca têm rejeitado de forma consistente e firme.
O interesse de Trump na Groenlândia vai além da estratégia militar. Enquanto a corrida para encontrar uma nova fonte de minerais essenciais continua, líderes mundiais estão voltando sua atenção para um recurso até então inexplorado: o solo sob a camada de gelo da Groenlândia. Especialistas acreditam que, sob as vastas extensões de gelo que cobrem 80% do país insular, pode haver uma abundância de minerais valiosos que poderiam ser úteis nos próximos anos.
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